Site oficial do projeto     

O Homem que lia Almas

Uma profunda reflexão sobre o ser humano. Onde a vida e a existência ganham sentido — e a condição humana se revela por inteiro.
Renato Geraldo Mendes

Um convite para conhecer a natureza da psique humana. Porque a vida e a existência não cabem em explicações rasas.

O espaço onde poesia, literatura, filosofia e psique se encontram para revelar a alma humana.

Reflexões para quem busca mais do que respostas — para quem busca sentido.

Um olhar para além da superfície da existência.

Um espaço para quem transforma reflexões em caminhos.

Para quem busca, no turbilhão da existência, frestas de significado.

Onde a vida e a existência se encontram

O Homem que Lia Almas nasceu para acender um novo olhar sobre o ser humano — como quem abre janelas em paredes antigas. O projeto convida cada pessoa a se encontrar no ponto onde a vida e a existência finalmente ganham sentido.
É um espaço onde poesia, literatura, psique e filosofia se entrelaçam para revelar a alma humana, romper explicações rasas e dar voz à profundidade que habita cada um de nós. Porque viver é mais do que atravessar o tempo — é compreender a razão da existência.

Conheça os livros da série

compartilhar

Coletânea de frases, poesias e textos

Continuar igual, do mesmo jeito e se sentindo mal, é fácil, é normal. Difícil é mudar e se tornar alguém diferente.

A vida não nos pertence, mas a existência, sim.

Existir é a arte de transformar instantes em momentos especiais.

A melhor coisa que se pode aprender com a morte é sobre a vida.

Mesmo diante da finitude da vida, viver plenamente será a única maneira de tocar e sentir o infinito.

Difícil

Como é difícil dizer “não” e como é fácil dizer “sim”, mesmo quando o sim é um não!

Amar mais

Depois de sentir como é bom amar, depois de chorar tanto em cada despedida, querer amar ainda mais deve ser loucura — ou talvez apenas a velha teimosia do coração, que insiste em achar que tanto amor assim foi pouco.

Iguais e diferentes

Normalmente, são os iguais que se atraem, mas, às vezes, também os diferentes se encontram, até se tornarem iguais; depois, é possível que um deles queira encontrar, outra vez, quem seja diferente.

Singular e plural

Eu sou singular
Tu és singular
Tu e eu, juntos, somos plural.
Solidão é singular.
Felicidade é plural.
Onde estou EU?
Onde TU estás, afinal?

Bem devagarinho

Um dia, se o que sentimos um pelo outro morrer,
que morra sozinho,
sem qualquer ajuda e bem devagarinho,
e que nenhum de nós seja acusado de ter abandonado
ou feito pouco caso desse amor.

Podemos ser maestros da sinfonia eletroquímica que nos habita. A cada pensamento, gesto e afeto afinamos hormônios e neurotransmissores, esculpimos trilhas neurais e, ao escolher amor, gratidão e cuidado, destilamos remédio. Ao nutrir rancor, inveja e raiva, fabricamos veneno — e é com essa batuta invisível que compomos a saúde do corpo, a quietude da mente, a sabedoria e o rumo do nosso destino.

É na dor e na incerteza que a vida nos reinventa: a adversidade rompe fronteiras, desfaz velhos “eus” e nos conduz para além do que um dia ousamos sonhar.

São os sonhos que revelam a face mais luminosa da vida. Quando falham, deixam marcas que, se acolhidas, transformam-se em mestres silenciosos. A existência é um entrelaçar de escolhas, e delas brotam tanto flores quanto espinhos. Mas é no toque dos espinhos que aprendemos o valor da seiva. Viver é sonhar, arriscar, errar e renascer, sem nunca abandonar a busca pela melhor parte.

Trate o “não” como parte do processo, não como sentença final.
Faça perguntas que abrem portas; transforme pedidos em caminhos.
Espalhe suas tentativas: mude de arenas, de pessoas, de formatos — a probabilidade também trabalha a seu favor.
Separe seu valor do veredito: a resposta fala do momento, não de quem você é.
Celebre o ato de pedir: é musculatura de futuro sendo treinada.
Mantenha um portfólio de vontades — algumas para agora, outras para a hora certa.
Converta o “talvez” em próximos passos com data.
Agradeça o “não” honesto: ele pode evitar anos de caminho errado.

Que a ausência de empatia jamais se torne regra, pois é ela o fio invisível que nos entrelaça, tornando possível o diálogo, a compreensão, a convivência e o amor recíproco. A empatia exige a coragem de ver o mundo com os olhos do outro e de acolher o que não nos pertence. Quando essa capacidade se perde, não são apenas as relações que desmoronam, é a própria essência do humano que se desfaz, deixando a vida sem o calor que lhe dá sentido.

EsculturaEscultura

Youtube

Destaques e Atualizações

NOVIDADES

Cadastre-se pare receber atualizações, frases, poesias e reflexões

Em breve será lançada uma nova série de livros que tratará da criação do homem. Cadastre-se e receba essa novidade em primeira mão.