O projeto

Onde a vida e a existência se encontram

O Homem que Lia Almas nasceu para acender um novo olhar sobre o ser humano — como quem abre janelas em paredes antigas. O projeto convida cada pessoa a se encontrar no ponto onde a vida e a existência finalmente ganham sentido.

É um espaço onde poesia, literatura, psique e filosofia se entrelaçam para revelar a alma humana, romper explicações rasas e dar voz à profundidade que habita cada um de nós. Porque viver é mais do que atravessar o tempo — é compreender a razão da existência.

O projeto mergulha nas duas dimensões
inevitáveis do humano:

A Natureza Humana

Com tudo aquilo que está inscrito na programação e na herança biológica, nas pulsões inatas e limites.

A Condição Humana

Território próprio da existência, onde amor, poder, liberdade, medo e finitude se encontram, fazendo da vida uma aventura trágica e, ao mesmo tempo, encantadora.

Mais que literatura, é um convite:

a parar

a respirar

a repensar a existência, as relações e os sonhos que se perderam no caminho.

Porque, no fim, compreender a alma humana

É encarar o espelho mais íntimo e perceber que somos frágeis e grandiosos, solitários e famintos de encontro — e, ainda assim, sedentos por amar e ser amados na mesma relação.

O projeto O Homem que Lia Almas fala por meio de um conjunto de Séries Literárias. Veja a seguir.

Série O Homem que
Lia Almas

O Homem que Lia Almas é uma série literária que mergulha na essência da condição humana. Aqui, poesia, filosofia, psicologia e experiência se encontram para revelar aquilo que tantas vezes a vida esconde — e que só se revela a quem ousa olhar mais fundo.

Cada livro é uma porta aberta para diferentes
dimensões da existência:

Juntos, esses livros formam um percurso: da realidade à busca por significado, até o território da poesia, onde a vida se transforma em emoção, ritmo e imagem.

Confissões e Impressões Sobre a Nossa Existência (2020)

Uma obra que reúne 150 frases e 100 capítulos para compor um mosaico sensível da experiência humana. Aborda as expectativas que nos movem, as perdas que nos atravessam, os limites que nos frustram e as perguntas que insistem em permanecer. Não oferece respostas prontas — antes, expõe, sem disfarces, as contradições e as cicatrizes da vida, lembrando que ninguém atravessa a própria história sem ser chamado a enfrentar as verdades que tentou evitar.

O Sentido da Vida e da Existência (2021)

Um passo além do diagnóstico inicial: questiona por que vivemos como vivemos e o que seria necessário para transformar esse cenário. Afirma que a vida tem um sentido que não é arbitrário nem moldado a qualquer gosto. É a primeira grande ruptura proposta pelo projeto, conduzindo o leitor pelo equilíbrio frágil entre dores, esperanças e a urgência de viver plenamente.

Pedaços Coloridos que Ficaram (2022)

A voz mais lírica da série. Versos e fotografias capturam o silêncio e a intensidade do tempo da pandemia, marcado pelo medo, pelo isolamento e pela necessidade urgente de reinventar sentidos para a vida e para a existência.

Série: A Fábula da Criação

A Fábula da Criação é uma obra poética e filosófica que reinventa a gênese da humanidade como uma travessia simbólica entre o poder e o amor, entre o desejo de dominar e a necessidade de se conectar. Narrada pela Mãe Natureza e acompanhada pelas Forças Primordiais — Fogo, Água, Terra, Vento, Luz e Escuridão —, a série não apresenta o ser humano como algo pronto, mas como uma promessa em gestação, um projeto em busca de sentido existencial.
Aguarde, em breve será publicado.

Dividida em dois volumes iniciais

A obra une lirismo e reflexão para explorar temas universais e atemporais: a liberdade e seus riscos, o amor-próprio e o amor recíproco, o medo, o vazio, a ausência, o desejo, a maturidade emocional e a busca pela felicidade. Cada capítulo, breve e intenso, não apenas narra, mas sobretudo convida o leitor a uma pausa, a um mergulho interior, provocando mais do que explicando.

Escrita em prosa poética

A Fábula da Criação revela que, no projeto da Mãe Natureza, a humanidade não vem pronta de fábrica: é uma conquista existencial, fruto de escolhas, quedas, encontros e superações. O homem não nascerá humano; tornar-se-á humano apenas na medida em que atravessar a própria existência e nela construir a melhor parte de si.

Série: Memórias de Veríssimo Ninguém

Memórias de Veríssimo Ninguém não é romance, nem biografia, nem tratado filosófico. É um mosaico de fragmentos — confissões, delírios, aforismos, poesias, reflexões e surtos — deixados por uma figura que, ao que tudo indica, perdeu o juízo… e, por isso mesmo, ganhou lucidez.
Aguarde, em breve será publicado.
Veríssimo Ninguém não escreve para agradar nem para convencer. Escreve porque sangra. Porque não suporta a polidez das respostas fáceis, a domesticação dos afetos, o teatro social em que todos vestem máscaras para disfarçar vazios. Seu nome, Ninguém, já anuncia: não busca aplausos nem reconhecimento; sua única fidelidade é à autenticidade — mesmo quando ela dói, mesmo quando rasga.
O livro é um convite perigoso: pode ser aberto em qualquer página, sem ordem definida. Em cada uma delas, o leitor encontrará algo que desinstala certezas, incomoda silêncios e desmonta ilusões. Nas seções chamadas Delírios e Confissões, a palavra transborda: ora ácida e provocativa, ora poética e delicada, mas sempre carregada de lucidez e de uma estranha ternura.
Veríssimo Ninguém não joga o jogo da aceitação. E é justamente por isso que conquista a liberdade dos “loucos”: a de dizer tudo — inclusive o que ninguém quer ouvir. Sua escrita revela que há mais verdade nos excessos de um insano do que nos discursos bem-comportados da razão oficial.
Memórias de Veríssimo Ninguém não é um livro para consolar. É para quem tem coragem de olhar para dentro, de encarar a própria condição humana sem anestesia. Para quem sabe que, muitas vezes, só um espírito em ruínas é capaz de revelar, com precisão cirúrgica, as rachaduras da existência.
Porque Veríssimo Ninguém é... antes de tudo, demasiadamente humano.

Renato Geraldo Mendes

Nasceu para decifrar o que não está dito nas palavras. Jurista por ofício, pensador por inquietude e escritor por necessidade vital, percorreu o labirinto da lei até encontrar, no espelho das almas humanas, a dimensão que escapa à razão — onde o sentir antecede o compreender.
Em Curitiba, construiu pontes entre o Direito e o indizível, entre a norma e o silêncio que a antecede. Desde 2019, escreve para traduzir sua visão sobre a vida e a existência humanas, movido pela convicção de que todo enunciado guarda um enigma e toda alma, uma dor não confessada.

Em A Fábula da Criação, dialoga com a Mãe Natureza sobre a origem e o mistério do ser; em O Homem que Lia Almas, desnuda a alma que insiste em se esconder; e em Veríssimo Ninguém, dá voz à lucidez que o senso comum insiste em calar. Entre o indizível, o verbo e o abismo, sua escrita busca o ponto onde o homem volte a ser origem e sentido — e não apenas consequência.
O autor escreve como quem suspeita que o universo é apenas um rascunho e que a existência, essa obra inacabada, só se revela a quem tem coragem e sensibilidade para ler o que o silêncio escreveu nas margens — porque é sempre nas entrelinhas que o humano confessa o que jamais ousou dizer em voz alta.

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