O que existe em nós, por mais desconfortável que pareça,
é o portal da autotransformação.
Aceitar quem somos, sem reservas,
nos liberta do peso do que escondemos
e das expectativas que nos aprisionam.
Nessa entrega, descobrimos um poder genuíno,
capaz de transformar fraquezas em aprendizado
e contradições em harmonia.
Quando paramos de lutar contra a própria essência,
deixamos de ser fragmentos buscando sentido
e passamos a ser inteireza habitando o instante.
É nessa reconciliação silenciosa consigo mesmo
que nasce a força para viver com propósito e autenticidade,
não como quem representa um papel,
mas como quem finalmente se pertence.