Continuar igual, do mesmo jeito e se sentindo mal, é fácil, é normal. Difícil é mudar e se tornar alguém diferente.
O sinônimo mais meigo, sutil e delicado de egoísmo é “amor-próprio”.
A existência é um conjunto de decisões, cercado de arrependimentos por todos os lados.
A verdadeira felicidade não é vaidosa, pois ela raramente se deixa fotografar.
Amar e ser amado pela mesma pessoa é o melhor egoísmo compartilhado.
Quando tudo parece não fazer mais sentido é sinal de que o “tudo” começou a fazer mal.