É no diálogo com o medo que descobrimos a verdadeira coragem, transformando limites em oportunidades e dúvidas em força para avançar. Não tema sonhar nem ousar o que deseja. Prepare-se, dê o primeiro passo e siga adiante. Se houver alguém para segurar sua mão, melhor ainda: caminhem juntos rumo ao horizonte, onde os sonhos ganham cor. Eles podem até parecer improváveis, mas nunca serão impossíveis. Acredite: dentro de você existe mais caminho do que qualquer obstáculo pode conter.

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É na dor e na incerteza que a vida nos reinventa: a adversidade rompe fronteiras, desfaz velhos “eus” e nos conduz para além do que um dia ousamos sonhar.

São os sonhos que revelam a face mais luminosa da vida. Quando falham, deixam marcas que, se acolhidas, transformam-se em mestres silenciosos. A existência é um entrelaçar de escolhas, e delas brotam tanto flores quanto espinhos. Mas é no toque dos espinhos que aprendemos o valor da seiva. Viver é sonhar, arriscar, errar e renascer, sem nunca abandonar a busca pela melhor parte.

Trate o “não” como parte do processo, não como sentença final.
Faça perguntas que abrem portas; transforme pedidos em caminhos.
Espalhe suas tentativas: mude de arenas, de pessoas, de formatos — a probabilidade também trabalha a seu favor.
Separe seu valor do veredito: a resposta fala do momento, não de quem você é.
Celebre o ato de pedir: é musculatura de futuro sendo treinada.
Mantenha um portfólio de vontades — algumas para agora, outras para a hora certa.
Converta o “talvez” em próximos passos com data.
Agradeça o “não” honesto: ele pode evitar anos de caminho errado.

Podemos ser maestros da sinfonia eletroquímica que nos habita. A cada pensamento, gesto e afeto afinamos hormônios e neurotransmissores, esculpimos trilhas neurais e, ao escolher amor, gratidão e cuidado, destilamos remédio. Ao nutrir rancor, inveja e raiva, fabricamos veneno — e é com essa batuta invisível que compomos a saúde do corpo, a quietude da mente, a sabedoria e o rumo do nosso destino.

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Emoções raras

Desejos e sentimentos que nascem de verdadeiras paixões são emoções tão raras e especiais que temos a obrigação de tentar transformá-las em grandes amores.

Fusão de almas

Uma das características de um verdadeiro amor é a sensação de que as almas se fundiram, mas a individualidade foi preservada.

Difícil

Como é difícil dizer “não” e como é fácil dizer “sim”, mesmo quando o sim é um não!

Amar mais

Depois de sentir como é bom amar, depois de chorar tanto em cada despedida, querer amar ainda mais deve ser loucura — ou talvez apenas a velha teimosia do coração, que insiste em achar que tanto amor assim foi pouco.

Iguais e diferentes

Normalmente, são os iguais que se atraem, mas, às vezes, também os diferentes se encontram, até se tornarem iguais; depois, é possível que um deles queira encontrar, outra vez, quem seja diferente.

Singular e plural

Eu sou singular
Tu és singular
Tu e eu, juntos, somos plural.
Solidão é singular.
Felicidade é plural.
Onde estou EU?
Onde TU estás, afinal?