Há silêncios que gritam mais alto do que vontades não ditas… e, quando persistem por tempo demais, viram despedidas que ninguém tem coragem de pronunciar.

Outras frases

Continuar igual, do mesmo jeito e se sentindo mal, é fácil, é normal. Difícil é mudar e se tornar alguém diferente.

O amor verdadeiro é o encontro de inteirezas, não de metades.

Quase sempre, não é apenas o que a pessoa faz, mas também o que ela deixa de fazer.

É preciso ter atravessado muitas aparências para conhecer a verdade que se esconde no silêncio das coisas — e compreender que nem tudo o que é essencial se anuncia; às vezes, apenas aguarda quem já desaprendeu a julgar pela superfície.

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Textos e poesias

É na dor e na incerteza que a vida nos reinventa: a adversidade rompe fronteiras, desfaz velhos “eus” e nos conduz para além do que um dia ousamos sonhar.

São os sonhos que revelam a face mais luminosa da vida. Quando falham, deixam marcas que, se acolhidas, transformam-se em mestres silenciosos. A existência é um entrelaçar de escolhas, e delas brotam tanto flores quanto espinhos. Mas é no toque dos espinhos que aprendemos o valor da seiva. Viver é sonhar, arriscar, errar e renascer, sem nunca abandonar a busca pela melhor parte.

Trate o “não” como parte do processo, não como sentença final.
Faça perguntas que abrem portas; transforme pedidos em caminhos.
Espalhe suas tentativas: mude de arenas, de pessoas, de formatos — a probabilidade também trabalha a seu favor.
Separe seu valor do veredito: a resposta fala do momento, não de quem você é.
Celebre o ato de pedir: é musculatura de futuro sendo treinada.
Mantenha um portfólio de vontades — algumas para agora, outras para a hora certa.
Converta o “talvez” em próximos passos com data.
Agradeça o “não” honesto: ele pode evitar anos de caminho errado.

Podemos ser maestros da sinfonia eletroquímica que nos habita. A cada pensamento, gesto e afeto afinamos hormônios e neurotransmissores, esculpimos trilhas neurais e, ao escolher amor, gratidão e cuidado, destilamos remédio. Ao nutrir rancor, inveja e raiva, fabricamos veneno — e é com essa batuta invisível que compomos a saúde do corpo, a quietude da mente, a sabedoria e o rumo do nosso destino.

O equilíbrio nasce quando o silêncio se transforma em sabedoria e a escuta se converte em conexão — e cada pausa, antes despercebida, passa a revelar o que realmente importa. Entre o som e o vazio, aprendemos que a vida não está apenas no que fazemos, mas na atenção plena ao que nos atravessa. Descobrimos que a verdadeira presença não exige pressa, mas profundidade; não pede respostas imediatas, mas espaço para que as perguntas respirem. E é nesse intervalo entre o mundo e nós que o essencial se manifesta — discreto, mas incontornável.

O arrependimento chega como quem não quer ser notado —
um visitante silencioso, trazendo nas mãos a sombra das escolhas que não fizemos, dos caminhos que deixamos adormecer, das mudanças que adiamos com promessas vazias de “um dia”.

Quando algo em nós sussurra para ousar, para romper o casulo, outra voz, mais antiga e temerosa, pede para ficar,
abraçada ao frágil conforto da imobilidade.

E assim, entre coragem e hesitação,
o tempo passa —
e não há vento capaz de devolver o instante que partiu.
Um dia, o futuro nos cobrará em silêncio
pelos passos que recusamos dar.
Por isso, faça por você o que ninguém fará:
ouse enquanto há tempo.